E nessa reportagem sobre insônia, uma matéria completa sobre esse mal que está presente em muitas famílias.
Sim, é difícil levantar do sofá para fazer ginástica. Mas saiba: basta meia hora diária de atividade física para escapar do sedentarismo.

A milenar técnica de dígito-pressão conhecida como Shiatsu está cada vez mais difundida pelo mundo, inclusive no âmbito empresarial. Mesmo com a disseminação desta, poucas pessoas sabem seus fundamentos, ou como ela funciona de fato.
O Shiatsu é uma terapia japonesa que utiliza principalmente, os polegares para pressionar determinados pontos, ou áreas que correspondem aos chamados meridianos – canais energéticos traçados pelo corpo que possuem pontos referentes aos sistemas, órgãos e estruturas corporais – provenientes da medicina chinesa. Estes canais de energia possuem a maior parte de seu trajeto na pele, e internalizam esta energia para as estruturas correspondentes. A pressão exercida num determinado ponto com excesso ou deficiência energética, normaliza seu fluxo promovendo equilíbrio.
A palavra em inglês “stress” vem do termo usado em engenharia e refere-se à resistência de materiais aos esforços empregados. Nas práticas médicas e de saúde, o termo remete às respostas involuntárias dadas por nosso corpo aos estímulos e circunstâncias provenientes do estilo de vida ao qual estamos submetidos.
Diante de uma situação estressante, nosso corpo prepara-se para duas respostas: luta ou fuga, e isso tem um custo para o organismo. É errôneo afirmar que o “stress” acomete somente determinados grupos de pessoas como os executivos ou pessoas com múltiplas atividades. O “stress” pode estar presente em todas as categorias de profissionais, desde donas de casa, empregados e empregadores, em qualquer idade, gênero, posição social ou raça.
O problema não está na presença ou ausência de situações estressantes, pois considerar uma vida moderna sem tensões, estímulos agressores ou cobranças dos mais variados níveis, beira à utopia. As situações estressantes diferem quanto a sua origem. Poluição, barulho, problemas familiares, preocupações, desemprego, violência, filhos, casamento, trabalho são alguns exemplos. O fator nocivo reside na freqüência dessas situações e na forma com que lidamos com elas, ou seja, quantas vezes durante o dia somos exigidos, cobrados, nos cobramos, precisamos dar respostas imediatas, nos deixamos tomar pela ansiedade, frustração, etc. Em muitos casos, nem percebemos o impacto disso na nossa saúde física, mental e espiritual. Só nos damos conta quando os sintomas aparecem ou pior, quando já tomados pelas doenças relacionadas ao “stress”, restringimos nossa atividade profissional, social e outras.

01. Dia das Mães